Mostrando postagens com marcador ADUFRJ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ADUFRJ. Mostrar todas as postagens
sábado, 6 de outubro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Acaba a greve dos professores na UFRJ
Aulas devem retornar no dia 10 de setembro. Proposta será levada ao CEG

A maior greve docente da UFRJ em dez anos chegou ao fim. A Assembleia Geral da Adufrj-SSind, realizada no Auditório Quinhentão (CCS), na ilha do Fundão, na tarde deste dia 31, votou pelo fim da paralisação. O movimento levará ao Conselho de Ensino de Graduação (CEG) a proposta de retorno às aulas no dia 10 de setembro.
Na próxima terça-feira, dia 4, haverá nova Assembleia Geral, às 12h30, em local a ser confirmado, para que o movimento discuta e encaminhe ao CEG do dia seguinte as propostas de preparação para o retorno das aulas.
O movimento da UFRJ integra a luta nacional capitaneada pelo Andes-SN por carreira, condições de trabalho e salários. O governo, intransigente, suspendeu as negociações unilateralmente, no início de agosto, depois de assinar um acordo fajuto com o Proifes, entidade que não representa a maioria dos docentes universitários do país.
Outros encaminhamentos decididos na assembleia são:
- comunicar à reitoria da UFRJ a decisão de saída da greve do movimento docente;
- elaborar um calendário de eleições para que se complete o Conselho de Representantes da Adufrj-SSind, que deve ocorrer ainda no mês de setembro.

A maior greve docente da UFRJ em dez anos chegou ao fim. A Assembleia Geral da Adufrj-SSind, realizada no Auditório Quinhentão (CCS), na ilha do Fundão, na tarde deste dia 31, votou pelo fim da paralisação. O movimento levará ao Conselho de Ensino de Graduação (CEG) a proposta de retorno às aulas no dia 10 de setembro.
Na próxima terça-feira, dia 4, haverá nova Assembleia Geral, às 12h30, em local a ser confirmado, para que o movimento discuta e encaminhe ao CEG do dia seguinte as propostas de preparação para o retorno das aulas.
O movimento da UFRJ integra a luta nacional capitaneada pelo Andes-SN por carreira, condições de trabalho e salários. O governo, intransigente, suspendeu as negociações unilateralmente, no início de agosto, depois de assinar um acordo fajuto com o Proifes, entidade que não representa a maioria dos docentes universitários do país.
Outros encaminhamentos decididos na assembleia são:
- comunicar à reitoria da UFRJ a decisão de saída da greve do movimento docente;
- elaborar um calendário de eleições para que se complete o Conselho de Representantes da Adufrj-SSind, que deve ocorrer ainda no mês de setembro.
sábado, 18 de agosto de 2012
Assembleia Docente ontem vota pela continuidade da greve
Sexta dia 17 de Agosto foi um dia histórico na maior assembleia docente após a deflagração da greve com cerca de 600 professores no Quinhentão no CCS. Após embates de vários professores contra e a favor da greve, pôs cada lado teve direito a 5 defesas, ganhou a continuidade da greve .
\\Video da Adufrj
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
As assembleias da Adufrj-SSind
Mauro Iasi - fala final na
assembleia do dia 10 de agosto de 2012
Desde o início dessa greve, para
quem participou das nossas primeiras reuniões ainda em maio, sabe que houve um
sentimento que nos mobilizou, de que os professores estavam sendo
desrespeitados e que nós merecíamos respeito. Mas, desde as primeiras reuniões,
eu quero esclarecer que em várias delas a Adufrj-SSind foi para conversar com
pessoas que estavam francamente contrárias à greve, contrárias, inclusive, à
própria Adufrj-SSind. E nós não nos recusamos a ir em nenhuma reunião em que
fomos chamados para defender a postura do Andes Sindicato Nacional e a
necessidade de deflagrar nosso movimento.
Temos conduzido não apenas nossas
assembleias como as reuniões que já passam de uma centena mantendo firmemente o
respeito e esse princípio. Alguém nos disse que é mais fácil respeitar aqueles
que nos tratam com gentileza e respeito do que manter uma postura com aqueles
que nos tratam com desrespeito. Eu agregaria apenas o seguinte: apesar de
acreditar nisso e manter firmemente nossa postura de respeito a qualquer colega,
independente do que ele venha a se posicionar no debate que estamos fazendo
aqui sobre o rumo do nosso movimento, sob as formas de luta, sobre a
oportunidade de manter a greve ou parar é fundamental que a gente denuncie e
explicite quando se produz uma falta de respeito.
Essa assembleia não tem nenhuma
manobra, nenhum jogo, mas ela tem direção. Ela tem uma mesa que é legitimada
pelo Comando Local de Greve, pela Seção Sindical docente e nós não pediremos
nem licença, nem permissão para traçar a tática de assembleia, a ordem que
votaremos as coisas e submeteremos isso única e exclusivamente à vontade da
assembleia.
Se tem gente que por viés, que
não sabemos quais, acredita que pode dirigir um movimento docente por fora
dele, por benefício e beneplaste de conhecimento do governo, ou por uma
estratégia estranha de, ao invés de disputar a Seção Sindical, se penetrar em
órgãos de gestão da universidade achando que por aí se dirige os professores e
não através de um movimento autônomo sindical dos professores, nós diremos que
não nos intimidamos e não nos apequenaremos a fazer esse embate com aqueles que
não se dispõem a vir aqui discutir politicamente, civilizadamente como nós
temos feito até esse momento.
Não aceitaremos que as pessoas
venham de repente querer apenas votar propostas sem participar dos debates. Nós
temos tido uma postura civilizada, respeitosa com todos os professores, mas
isso implica que nós exigimos de todos o mesmo respeito. Não aceitaremos como
fato natural que mensagens circulem entre os professores dizendo que em nossas
assembleias não há espaço para discussão política porque tem sido 'palco de
espetáculos explícitos de violência que intimidam os professores a expressarem
suas opiniões'. Estou vendo várias pessoas que estiveram presentes em todas as
assembleias. Eu faltei apenas a uma: a que teve o tal espetáculo explícito de
violência. Essa eu devo ter perdido. Porque eu não vi em nenhum momento alguma
pressão ilegítima que impediu as pessoas de falarem. Talvez a única força no
mundo que tenha impedido as pessoas de falarem nas assembleias é uma força
maior que é a vergonha de defender uma proposta lastimável que o governo
apresentou.
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=169od3IDdYE&feature=share
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=169od3IDdYE&feature=share
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Faixa SOS GREVE UFRJ é estendida hoje no HUCFF
Foi desfraldada, com sucesso, na manhã desta terça-feira (14 de agosto), a faixa com os dizeres "S.O.S Greve UFRJ". Com 34 metros de comprimento, ela fica sobre a fachada do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) voltada para a Linha Vermelha. “Queremos chamar a atenção da sociedade e sensibilizar o governo para reabrir as negociações com os docentes. Mesmo do avião, acreditamos que a presidenta Dilma vai enxergar essa faixa”, brinca o professor Luiz Carlos Paternostro, da Escola de Comunicação, e um dos organizadores da atividade. O material pesa 80 kg e foi inscrito para constar no Guiness Book (Livro dos Recordes).
Professores da UFRJ estendem a maior faixa de greve do mundo
G1_ RIO DE JANEIRO
Professores da UFRJ em greve estendem faixa em prédio no FundãoMaterial tem 34 metros de comprimento e foi confeccionado por 20 pessoas.
Líderes grevistas querem chamar a atenção para reivindicações.
9:30 h no HUCFF Amanhã!
"Convidamos todos os professores para uma importante atividade de mobilização. A partir das 9h30 desta terça-feira (14 de agosto), será estendida, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), a maior faixa de greve do mundo. Com 34 metros de comprimento, ela será desfraldada, às 9h30, sobre a fachada do prédio voltada para a Linha Vermelha. “Queremos chamar a atenção da sociedade e sensibilizar o governo para reabrir as negociações com os docentes. Mesmo do avião, acreditamos que a presidenta Dilma vai enxergar essa faixa”, brinca o professor Luiz Carlos Paternostro, da Escola de Comunicação, e um dos organizadores da atividade. O material pesa 80 kg e foi inscrito para constar no Guiness Book (Livro dos Recordes). Cerca de 20 pessoas reuniram-se para costurar as palavras da faixa: “S.O.S. - UFRJ em greve”.
Comunicação da Adufrj-SSind
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Greve dos professores continua na UFRJ
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Adufrj: Servidores federais param Centro do Rio
Servidores públicos federais realizaram mais um vitorioso ato no fim da manhã desta quinta-feira, 9. Os trabalhadores fecharam todas as pistas da Avenida Rio Branco em passeata que seguiu até a Cinel
ândia. A PM tentou coibir a atuação dos manifestantes com sprays de pimenta, mas não conseguiu dispersar os servidores.
Os três segmentos da UFRJ participaram da atividade. Larissa Ramos, estudante de Serviço Social, afirmou que ela e seus colegas estão envolvidos com a luta em defesa da educação: “Estamos articulados junto com os professores. Apoiamos completamente a greve docente, pois esta é uma luta concreta, não só em defesa da carreira, como da própria educação”.
Simone Silva, técnica-administrativa da UFRJ, disse que para sua categoria o ato foi uma importante demonstração de força: “Mostramos a rejeição à proposta – que é uma esmola oferecida pelo governo. Este ato também demonstrou que a capacidade de mobilização dos trabalhadores está cada vez maior, pois uma greve que começou no setor da educação, hoje já atinge praticamente a totalidade do funcionalismo federal em todo o Brasil”.
Ao fim do ato, Mauro Iasi, diretor da Adufrj-SSind, fez um balanço da atividade: “Este ato é consequência direta de uma opção do governo federal. O governo fez uma opção. Sua prioridade é a iniciativa privada. O resultado dessa intransigência é ter fechado o canal de negociação com parte significativa dos trabalhadores. O que queremos é abertura efetiva de negociações com o serviço federal e este ato demonstrou isso”.
Foto: Tânia Rêgo/AB
Fonte: Adufrj
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Adufrj: Professores da UFRJ rejeitam "acordo" do governo com Proifes
A Assembleia Geral da Adufrj-SSind, realizada em 3 de agosto, no Auditório Quinhentão (CCS), aprovou a continuidade da greve. Os professores da UFRJ também referendaram o posicio
Vigília no ex-Canecão
Enquanto a reunião entre o governo e as entidades sindicais ocorria na noite de quarta (1º de agosto), representantes dos Comandos Nacionais de Greve do Andes-SN, dos Estudantes e do Sinasefe se concentraram em frente ao prédio do Ministério
do Planejamento. Atividades de vigília também foram realizadas pelos Comandos Locais de várias instituições federais de ensino, por todo do país. Na UFRJ (fotos), o lugar escolhido para o protesto foi o ex-Canecão, nas proximidades do campus da Praia Vermelha.
namento de que o Andes-SN não deve assinar o “acordo” promovido entre o governo e a entidade Proifes no dia 1º. A próxima AG está marcada para 10 de agosto, sexta-feira (local e horário serão informados). Mas poderá ser antecipada, se houver alguma novidade no processo de negociação, em Brasília.
Entre várias atividades de mobilização, ficou estabelecido o seguinte calendário, para a próxima semana:
Reuniões de Unidades - entre 6 e 8 de agosto;
Reunião do comando local de greve – 8 de agosto;
Ato nos estados – 9 de agosto;
Nova AG – 10 de agosto
"Bicicleata" - 11 de agosto, na Lagoa
Entre várias atividades de mobilização, ficou estabelecido o seguinte calendário, para a próxima semana:
Reuniões de Unidades - entre 6 e 8 de agosto;
Reunião do comando local de greve – 8 de agosto;
Ato nos estados – 9 de agosto;
Nova AG – 10 de agosto
"Bicicleata" - 11 de agosto, na Lagoa
Enquanto a reunião entre o governo e as entidades sindicais ocorria na noite de quarta (1º de agosto), representantes dos Comandos Nacionais de Greve do Andes-SN, dos Estudantes e do Sinasefe se concentraram em frente ao prédio do Ministério
do Planejamento. Atividades de vigília também foram realizadas pelos Comandos Locais de várias instituições federais de ensino, por todo do país. Na UFRJ (fotos), o lugar escolhido para o protesto foi o ex-Canecão, nas proximidades do campus da Praia Vermelha.
Fotos: Marco Fernandes.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Jornal da Adufrj - 760 - 30/07/2012
Ocupância na segunda página !!! Destaque para a Semana Belmiro de Almeida !
E ocupação do canecão na página 7!!
E ocupação do canecão na página 7!!
Open publication - Free publishing
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Adufrj: No Consuni, reitor Carlos Levi confirma ser contrário ao corte de ponto dos grevistas
Desde a quarta-feira, 11, uma nota da reitoria divulgada no site da UFRJ já condenava a orientação do Ministério do Planejamento para o corte de ponto dos servidores em greve de todo o país. No Consuni do dia 12, veio a confirmação do próprio reitor Carlos Levi: “A posição da reitoria é de não se submeter a essa orientação”, disse. De acordo com Levi, as reivindicações são justas e o governo deveria abrir as negociações com as categorias.
A sessão do colegiado foi precedida de uma vigília (desde as 15h do dia anterior) promovida pelos técnico-administrativos em Educação e pelos estudantes. O objetivo da manifestação era fazer o Consuni discutir o comunicado do MPOG sobre o corte de ponto e um posicionamento contrário à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Faixas, cartazes e até mesmo um enterro simbólico do governo federal mostraram o grau de indignação da comunidade acadêmica com a ausência de uma negociação efetiva por parte da gestão Dilma Roussef. Durante o início da reunião, também foi bastante criticada a atitude da pró-reitora Débora Foguel de, com seu voto de Minerva, preservar o calendário da pós-graduação da universidade, no CEPG do último dia 6.
Após a manifestação dos representantes dos segmentos (entre eles, o presidente da Adufrj-SSind, Mauro Iasi), o reitor declarou ser contrário ao corte de ponto, mas esquivou-se de uma cobrança dos alunos para marcação de uma audiência pública. O encontro teria o propósito de discutir a pauta interna de reivindicações estudantis.
Não foi possível articular uma moção do Consuni contra o corte de ponto, pois não havia quórum mínimo (de 26 conselheiros) para deliberação. Sem condições para votar, o reitor encerrou a reunião às 11h40.
Artigo da Adufrj .
Assinar:
Postagens (Atom)















