Mostrando postagens com marcador GOVERNO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GOVERNO. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de outubro de 2012

Abaixo-assinado Movimentação contra o aumento abusivo das passagens de onibus declarado para 2013

Galerinha a passagem vai aumentar então venho aqui postar essa petição publica que ta rolando na net contra esse disparate, vamos ajudar ! assinem!

"Abaixo-assinado Movimentação contra o aumento abusivo das passagens de onibus declarado para 2013
Para:Ministerio Publico

O Prefeito eleito do município do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, pretende autorizar a partir de Janeiro de 2013, o aumento das passagens de ônibus, baseado na porcentagem acima de 10% em media dos anos anteriores, através de alegações como colocar ar condicionado em TODA a frota carioca até 2016, por exemplo, alegações que já foram feitas antes, e que podem se repetir ao longo dos anos a que o prazo esta estipulado (considerando que o prazo não seja remarcado).

Fonte:
http://odia.ig.com.br/portal/rio/passagem-de-%C3%B4nibus-vai-para-mais-de-r-3-05-em-janeiro-1.503851

Com o atual lucro das empresas, não se justifica o aumento por tais alegações, visto o preço atual da tarifa, valor que deveria sim baixar, e que é superior a qualquer estado da federação Brasileira, até mesmo maior que cidades consideradas mais custosas como São Paulo, e tendo vista a perda de renda por parte do trabalhador já que o aumento se dará acima de qualquer reajuste salarial previsto, ocasionado apenas em perda de renda para a população.

Curitiba possui o sistema rodoviário urbano mais moderno do país, e a passagem não custa tal absurdo.

Coletando assinaturas suficientes, poderemos mover ação civil publica, que julgando procedente, impedirá tal absurdo.
Conto com a ajuda de todos que são contra este ato de leza ao bolso do cidadão carioca.

Juntos, podemos sim ter força e voz pra acabar com as injustiças perpetuadas a bel prazer por quem esta no dito poder.

Os signatários"

terça-feira, 19 de junho de 2012

Governo cancela novamente reunião com professores federais em greve

Mesmo após ter se comprometido em apresentar nesta semana uma proposta para a reestruturação da carreira dos professores federais, o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, entrou em contato, por telefone, com a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa, na manhã desta segunda-feira (18) para cancelar a reunião agendada para amanhã, 19.


O encontro desta terça-feira (19) foi marcado durante a última reunião entre o ANDES-SN, representantes do governo e de demais setores da educação, ocorrida no dia 12.

O secretário da SRT/MP argumentou que não houve condições de organizar uma reunião com toda a equipe do governo para que fossem discutidas as propostas e seus impactos financeiros para 2013.

Ainda acrescentou que, em função da Rio+20, há dificuldade de reunir, nesta semana, os representantes de diferentes esferas do governo como, por exemplo, o Ministério da Fazenda.

Mendonça terminou dizendo que a reunião deve ocorrer na próxima semana, mas ainda não era possível indicar uma data.

A presidente do ANDES-SN solicitou que a suspensão da reunião, determinada pelo governo, fosse oficializada ao Sindicato Nacional por escrito (veja aqui). Marina argumentou que tal atitude irá gerar uma reação na base porque “mais uma vez o governo não cumpre os prazos por ele mesmo anunciados”.

“A reunião do Comando Nacional de Greve irá avaliar o quadro e definir seus passos nacionais. Aguardamos agora a convocação para a próxima reunião. A responsabilidade está com o governo”, acrescentou.

O CNG realizará um ato amanhã, a partir das 9 horas, em frente ao anexo C do Ministério do Planejamento. As atividades de vigília, já indicadas pela base para acontecer amanhã, durante a reunião, por todo o país, serão transformadas em manifestações de protesto dos professores em greve, contra mais um descumprimento de prazo por parte do governo.





Fonte: ANDES-SN

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Governo desmarca reunião com universidades federais em greve

Mesmo após 30 dias de greve na maior parte das universidades federais do País, o governo voltou atrás e desmarcou a reunião prevista para esta terça-feira, 19, com representantes sindicais dos professores. O Ministério do Planejamento, que toca as negociações, apresentaria o esboço de um novo plano de carreira dos docentes, principal reivindicação dos grevistas.


A paralisação completou um mês neste domingo e já atinge 54 universidades e institutos federais. O movimento tende a crescer ainda mais porque a Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) mantém indicativo de greve e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) deve decidir pela paralisação ainda nesta segunda-feira.


A alta cúpula do Planejamento recebeu os grevistas pela primeira vez na semana passada. No encontro, que ocorreu na terça-feira, 12, pediu uma trégua de 20 dias, mas a categoria recusou interromper o movimento sem ouvir uma proposta clara. A reunião de amanhã foi marcada naquela data e deveria, enfim, apresentar a proposta do governo.


O Planejamento confirmou o adiamento, mas não detalhou os motivos - o que deve, segundo a pasta, fazer ainda hoje. Ainda não há data para um novo encontro.


Um dos sindicatos envolvidos nas negociações, a Proifes, informou que a pasta argumentou que, em função da Rio+20, não seria possível apresentar uma proposta efetiva amanhã. Sindicalistas ouvidos pela reportagem criticam a decisão e dizem que, na verdade, o ministério não tem uma proposta concreta sobre o plano de carreira.


Na terça passada, o Planejamento pediu somente a trégua no encontro com os sindicalistas. Após a negativa deles em parar a greve, os representantes da pasta se retiraram da sala por 20 minutos e depois voltaram com a ideia de que a proposta seguiria a linha adotado no plano de carreira do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Nem ao menos essa linha agradou os grevistas, que a chamam de improvisada e incompleta.


A proposta tem como focos a valorização da dedicação exclusiva e a titulação dos docentes. Para ingressar na carreira, por exemplo, passaria a ser necessária a titulação mínima de doutor.


fonte: estadao.com.br

quinta-feira, 14 de junho de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Correio do Brasil: Deputados começam a decidir diretrizes da educação para a próxima década nesta terça-feira

Na próxima terça, começa a votação para o Plano Nacional de Educação (diretrizes para a educação na próxima década), analisando a proposta da Câmara dos Deputados, cujo ponto mais polêmico é a meta do financiamento do setor. 

Campanha terá movimento no Twitter para tentar pressionar parlamentares a votarem em favor dos 10% do PIB voltados para educação

Confira a reportagem completa em: http://correiodobrasil.com.br/deputados-comecam-a-decidir-diretrizes-da-educacao-para-a-proxima-decada-nesta-terca-feira/460959/

domingo, 27 de maio de 2012

G1: Alunos tiram a roupa em passeata de apoio à greve dos professores no AM



Professores da universidade estão em greve desde a semana passada.
Outras 43 instituições também estão com as atividades suspensas.

Alunos pintaram as letras que formam a palavra educação (Foto: Douglas Machado/Arquivo pessoal)

Alunos da Universidade do Amazonas (Ufam) ficaram seminus em frente à entrada da instituição em apoio à greve dos professores no Amazonas. O manifesto ocorreu na concentração de uma carreata que percorreu as Avenidas Rodrigo Otávio, Cosme Ferreira e complexo viário do São José, na manhã desta quinta-feira (24).


Os professores da Ufam estão em greve desde a semana passada. Outras 43 instituições brasileiras também estão com as atividades suspensas por tempo indeterminado. Eles reivindicam a valorização do piso fixado a partir do Dieese no valor de R$2.329,35, melhores condições de trabalho, além de carreira única com incorporações das gratificações.

Segundo o presidente da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), Antônio Neto, 80% dos professores aderiram ao movimento grevista, em Manaus. De acordo com ele, os alunos da instituição também resolveram apoiar a causa. “A luta é pela nossa reivindicação básica. Continuaremos na luta para melhoria na qualidade de trabalho", disse.


Segundo o tesoureiro da Adua, professor José Humberto Miquiles, a passeata reuniu mais de 200 carros, que percorreram as avenidas da cidade. Ele disse que o movimento é uma forma de chamar a atenção da sociedade para os problemas da instituição. "O Governo Federal usa metade dos recursos do orçamento para pagar a dívida pública e não destina sequer 3% desse montante para a educação ", disse.

O acadêmico Eduardo Almeida disse que parte dos alunos resolveu apoiar a carreata dos professores para garantir qualidade de trabalho não apenas aos professores, mas também para os alunos. "Já que as aulas não estão acontecendo, resolvemos dar apoio ao professores, para assim aumentar o incentivo e ver se o governo agiliza as negociações. Os alunos estão sendo prejudicados", disse.

Por uma educação pública de qualidade!


Carta do Prof. Jeferson Dombroski da UFERSA em relação a declaração do Ministro da Educação por não ver fundamento dessa greve das Universidades.


Caro ilustríssimo sr. Ministro,


Ouvi sobre a sua ignorância dos motivos de nossa greve nacional, e me senti compelido a esclarecê-lo (vício da profissão de professor, eu suponho). Peço desculpas se o meu português é ruim ou se a sequência das ideias é falha, mas esse é o meu valor. Se eu fosse mais capaz, estaria em uma profissão que me valorizasse mais. Seria ascensorista no Senado, por exemplo (ah, que sonho!). Como diria um vendedor de carros que eu conheço, ”quem mandou estudar, agora aguente”.



Falo de boca cheia, o sr. diria. Argumentaria que recebo muito mais do que a grande maioria da população brasileira, e eu lhe responderia que são poucos os cargos federais que pagam menos do que o magistério, que existem cargos de nível médio no executivo federal que pagam melhor do que os professores doutores recebem. E que o professor é importante para o crescimento da nação (aprendi isso no debate da Dilma candidata - pareceu que ela realmente dá muito valor ao magistério. Votei nela).



Mas magistério é um sacerdócio, não é mesmo? É uma profissão feita de abnegação. O que mais explicaria um médico desistir de clinicar para receber o salário de professor federal? Bom, talvez se ele fosse um médico excepcionalmente ruim, daí o salário de professor federal compensasse. Então ele poderia ser um bom professor.



O grande motivo da nossa greve, sr. Ministro, é a busca por valorização profissional. Tenho vários colegas professores cujo sonho de vida, hoje, é passarem em concurso para o MCT, ou para o Judiciário, e eu, quem sou eu? Para mim, economicamente falando, me bastaria o emprego de ascensorista no Senado.



O sr. tem filhos, sr. Ministro? Netos, talvez? Almeja uma educação com qualidade para eles? O sr. sonha com uma sociedade educada? Culta? Sonha com o Brasil se destacando no mundo como o Japão fez depois da Segunda Guerra? Como a Coréia hoje?



O sr. sabe quais são as minhas condições de trabalho, sr. Ministro? Sabe que eu sequer tenho uma mesa para colocar a minha pasta quando eu entro para dar aulas? Sabe que eu, há dois anos, comprei um projetor para dar aulas? Que nós rasgamos as calças ao sentar nas carteiras, por causa dos pregos? Que o computador pessoal que eu uso para dar aulas também saiu do salário que deveria ir para a minha família? Sabe que na minha universidade não existe nenhuma calçada para as pessoas andarem?



O sr. imagina qual é a situação dos laboratórios dos cursos em que eu ministro aulas, que são cursos tradicionais, reconhecidos nacionalmente, e que não foram contemplados pelo Reuni? É, são ruins. Não são péssimos, sabe o por quê? Porque os professores, por mérito pessoal e muito trabalho, trazem recursos de pesquisa para dentro dos laboratórios (caramba, isso é desvio de recursos! Dá cadeia?).



O sr. sabe, é claro, que o perfil desejável do Professor Universitário Federal é que ele seja doutor, com dedicação exclusiva (é impedido de fazer bicos para completar o salário), pesquisador, orientador e extensionista, e que além das aulas de graduação, forme Mestres e Doutores. Qual é o perfil do profissional que o sr. precisa para executar essa missão? Eu lhe digo. Esse profissional, economicamente falando, é alguém que não teve a competência para achar nada melhor para fazer com a sua vida. É alguém que não foi capaz de passar em um concurso para ascensorista do Senado. É alguém que não conseguiu ser agente de saúde quando terminou o segundo grau, por exemplo.



Sim, eu “tenho” carro e eu “tenho” casa. Eu me alimento bem. Meu carro é velho (tem seis anos) e ainda vou demorar dois anos para acabar de pagar. Minha casa é velha também e eu ainda vou levar treze anos para pagar. Essas dívidas consomem quase 50% da minha renda familiar. Tenho que pensar antes de decidir sair para almoçar em um restaurante. E o pequeno detalhe é que tanto eu como a minha esposa somos professores universitários federais e doutores com dedicação exclusiva. Topo da carreira.



Bom, mas eu tenho uma perspectiva, não é? De progredir na carreira e melhorar meu salário? Perspectiva? não, não tenho. Não vejo nenhum futuro promissor. Essa carreira que o governo me oferece não irá melhorar a minha vida, a não ser um pouco, no momento mágico da progressão em que eu me tornar professor associado, ou com a utopia de passar pra professor titular (a minha universidade não tem nenhum. Teve uma vez, nos meus 22 anos de funcionalismo federal em universidades, que eu conheci pessoalmente um Titular. Deve ser mais fácil achar um jacaré no Tietê).



Eu espero, apesar das minhas deficiências, que o sr. tenha entendido um pouco do porque eu e 45 universidades federais brasileiras estamos em greve. Desculpe-me se eu não posso elaborar mais, mas tenho um relatório de pesquisa para terminar e alunos de doutorado para atender, apesar da greve. Se eu achar tempo, também preciso ver se abriu vaga para ascensorista.


Um grande abraço, sr. Ministro, e obrigado por tudo.
Jeferson Dombroski

O Globo: De dez candidatos que passam nos concursos para a UFRJ, seis abandonam o emprego.


Antigo sonho de carreira dos brasileiros tem um dos piores salários do serviço público federal

RIO - Maior celeiro de cientistas do país — com mais de 120 laboratórios nas mais diversas áreas do conhecimento — e um movimento diário de cerca de cem mil pessoas, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vive hoje um perigoso processo de esvaziamento de seus quadros permanentes: a cada dez candidatos que passam nos concursos que a instituição promove para preencher postos técnico-administrativos, seis desistem do emprego antes ou pouco depois de ser empossados. O que já foi o sonho de carreira de muitos brasileiros é hoje um dos piores salários, se não o pior, do serviço público da federação.

Não bastasse a fuga de seus profissionais, até mesmo o prédio do Centro de Ciências da Saúde (CCS), no campus do Fundão — um dos lugares mais importantes para o desenvolvimento da medicina no país —, vive hoje sob os escombros de décadas de falta de investimentos. Rachaduras, infiltrações, piques de luz e até um início de incêndio, ocorrido no início de dezembro no Centro Acadêmico, deram ao CCS o cruel apelido de “maior favela de cientistas do mundo”.
— A situação é realmente antagônica. Ao mesmo tempo em que a estrutura é muito precária, ali é um celeiro de ideias e de inovações científicas — avalia o reitor da UFRJ, professor Carlos Antônio Levi da Conceição.
Já o Hospital Universitário Clementino Fraga teve parte de sua estrutura interditada por risco de desabamento.
Problema também atinge quadro de docentes
Segundo o reitor, a evasão de servidores atinge todas as instituições federais de ensino superior. No entanto, é mais grave na UFRJ.
— Os problemas aqui são agudos, com diversos níveis de repercussão — diz, acrescentando que as dificuldades são fruto de mais de dez anos sem concursos. — A década de 90 foi trágica para a UFRJ. Estamos pagando a conta de dois processos de degradação: dos recursos humanos e das instalações físicas.
Segundo o pró-reitor de Recursos Humanos da universidade, Roberto Gambine, só no último concurso, de 800 aprovados, 300 desistiram do emprego ainda antes do final do treinamento e outros 180 sequer se apresentaram. A UFRJ também está tendo dificuldades para conseguir docentes para determinados setores, como é o caso da Faculdade de Medicina de Macaé. Na contramão do problema, a instituição está em pleno processo de expansão de sua capacidade de ensino, que saltou de seis mil alunos por ano, em 2007, para dez mil, em 2012.
— Se não forem feitas mudanças urgentes, a situação ainda pode piorar, porque, com a perspectiva de mudanças no sistema de previdência do serviço público, também aumentou a procura pela aposentadoria por tempo de serviço — alertou Gambine.
Em 2011, foram apresentados 80 pedidos de aposentadoria. Este ano, até abril, já foram 60.
Segundo o pró-reitor, salários pouco competitivos e a falta de um plano de carreira são os principais entraves para a regularização da situação. Ele explicou que as cinco categorias de servidores técnico-administrativos das instituições federais de ensino superior têm salários básicos entre R$ 1.820 e R$ 2.980 (para técnicos de nível superior).
— Ao final de 30 anos de carreira e cursos de aperfeiçoamento, eles receberão no máximo R$ 5.650. Os profissionais, principalmente os jovens, só ficam até ser aprovados em outros concursos. Não conseguimos mantê-los — diz Gambine.
Ele conta que, até 2008, a situação era ainda pior, devido à dificuldade de se fazer concursos nas instituições federais de ensino superior. Essas seleções dependiam de autorização do Ministério do Planejamento. Mas a criação de programas de reposição automática de vagas abertas por aposentadoria, demissão ou morte garantiu a essas instituições autonomia para contratar. A necessidade agora é de criar instrumentos para garantir a permanência dos quadros.
— Para se ter uma ideia, no concurso para a contratação de um engenheiro para os projetos que estamos realizando, houve apenas um inscrito. Se ele desistir, teremos que fazer um novo concurso — diz o pró-reitor.


© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

sábado, 26 de maio de 2012

Seminário Prospectivas: qualidade e inovação no ensino da FAU .

Greve não é férias é lugar de pensar e refletir o ensino , seminário prospectivas é mantido e será atividade de greve.

Seminário Prospectivas: qualidade e inovação no ensino da FAU 




"É com grande satisfação que vimos anunciar a realização do Seminário: "Prospectivas: qualidade e inovação no ensino da FAU", que se realizará no dia 31 de maio de 2012, no Auditório Paulo Santos, 4. andar da FAU.

Este Seminário dá continuidade ao Seminário: "Qualidade, inovação e sociedade" ocorrido em 08 de junho de 2011.

O Seminário: "Prospectivas: qualidade e inovação no ensino da FAU" visa avançar na discussão sobre a qualidade do ensino da Arquitetura e Urbanismo, buscando trazer subsídios efetivos para a melhoria de nosso curriculo.

O Seminário será organizado como segue:

8:30 - Abertura
9:00 - 10:00 - Síntese do Seminário "Qualidade, inovação e sociedade" e encaminhamento da temática do Seminário de 2012.
10:00 - 10:15 - Intervalo
10:15 - 13:00 - Sessão 1 - Como ensinar em Arquitetura e Urbanismo
13:00 - 14:00 - Almoço
14:00 - 16:45 - Sessão 2 - Experiências Pedagógicas e de inovação
16:45 - 17:30 - Relatorias das sessões anteriores e Conclusões

As sessões "Como ensinar em Arquitetura e Urbanismo" e "Experiências Pedagógicas e de inovação" serão alimentadas pelas contribuições vindas de docentes, alunos e técnico-administrativos da FAU.

Os participantes deverão enviar suas contribuições até o dia 25 de maio para o e.mail: extensão@fau.ufrj.br para que possamos organizar as respectivas sessões de trabalho.

Para a Sessão "Como ensinar em Arquitetura e Urbanismo", convidamos os participantes a refletir sobre quais os conteúdos e como considera que se deva e/ou se possa abordar no ensino do projeto de Arquitetura e Urbanismo, a matéria/disciplina/temática que trabalha.

Para a Sessão "Experiências Pedagógicas e de inovação" convidamos os participantes a apresentar experiências e práticas que considerem relevantes, tanto de sua própria atuação acadêmica, como de outros foruns e instituições.

A participação de todos neste Seminário é fundamental para avançarmos na melhoria do ensino e da FAU.

Lembramos que no dia 31 de maio as aulas estarão suspensas.

Pedimos a ampla divulgação do Seminário e contamos com a presença de todos.

Cordialmente,

Direção FAU/UFRJ"

Governo suspende reunião com professores federais em greve prevista para 28/5

Mesmo com toda a mobilização nacional e quase 50 Universidades Federais em greve, governo recua


Dando uma clara demonstração de que não sabe lidar com a greve dos professores federais que a cada dia ganha mais força, o Ministério do Planejamento (MP) suspendeu a reunião agendada para segunda-feira (28).

O encontro foi suspenso no final da tarde desta sexta-feira (25), sem justificativas pelo secretário de Relações do Trabalho do MP (SRT/MP), Sérgio Mendonça (veja aqui a correspondência). Esta seria a primeira reunião dos representantes do governo com o ANDES-SN desde a deflagração da greve, em 17 de maio.


Para o Comando Nacional de Greve (CNG), o cancelamento demonstra o desrespeito do governo em relação aos prazos estabelecidos por seus próprios representantes. Isso evidencia também a ausência de proposta efetiva a ser apresentada aos professores para resolver o impasse da greve.



De acordo com nota divulgada pelo CNG, esse fato confirma o não andamento das negociações e o interesse do governo em desarticular o movimento da categoria em greve. 



Mesmo com a suspensão do encontro, todas as atividades de mobilização estão mantidas para esta segunda-feira (28), inclusive o ato em frente ao Ministério do Planejamento, marcado para às 11h, horário previsto para a reunião.



O CNG aponta que as manifestações desta segunda (28) devem denunciar a falta de compromisso do governo com a negociação e o desrespeito com os docentes em greve. A expectativa é intensificar ainda mais a greve e ampliar as ações de mobilização.



Até o momento, 44 instituições federais de ensino estão com as atividades suspensas (veja quais). Este número irá subir para 48 na segunda-feira, com a adesão das Universidades Federais de Santa Maria (UFSM), Tocantins (UFT), Grande Dourados (UFGD) e do Campus Jataí da Federal de Goiás (UFG).

texto retirado do portal http://www.andes.org.br