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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Nota da Associação de Pais e Amigos do Colégio de Aplicação da UFRJ (APACAp UFRJ) sobre a greve das Universidades Federai.

"Ministros do Governo Dilma ignoram prejuízos causados à Educação Pública Brasileira"


A assembleia da Associação de Pais e Amigos do Colégio de Aplicação
da UFRJ (APACAp UFRJ) no dia 30/6 avaliou que o Governo Federal é leniente com os
prejuízos aos alunos do ensino federal ao deixar transcorrer 40 dias
de greve das Universidades Federais sem que tenha feito sequer uma
contra proposta. Cerca de 750 alunos do Colégio de Aplicação da UFRJ
do Ensino Fundamental ao Médio estão sem aulas desde o fim de Maio, o
que tem causado grande preocupação nos pais com os danos pedagógicos
decorrentes da falta de aulas. Os pais dos alunos do CAp UFRJ
classificaram de escandalosa a postura do Governo Federal.


Tanto o Ministério da Educação como o Ministério do Planejamento
parecem estar à deriva pela falta de canais de comunicação com os
professores e funcionários, que apresentaram propostas concretas para
discussão. O Governo Federal deveria abrir negociações imediatamente e
se responsabilizar de fato pela volta à normalidade das Universidades
Federais. A educação pública é um direito dos cidadãos e não está
sendo garantida pelos Ministros Mercadante e Miriam Belchior, que se
eximem de suas responsabilidades ao não responder aos apelos dos
professores e funcionários por negociação.

Jornal do Brasil - Rio - Movimento por mais verba para a educação não esconde divergências

Jornal do Brasil - Rio - Movimento por mais verba para a educação não esconde divergências

Vídeo sou contra greve pq 6 - cap ufrj


Com um pouco de humor, um grupo de alunos da UFRJ quer fazer você refletir: Será que os seus motivos para ser contra a greve são válidos? Sera que o problemas da sua faculdade não são tão urgentes? O que é mais importante, as suas férias ou a possibilidade de melhorar o ensino?

créditos: #soucontragrevepq  soucontragrevepq@gmail.com

terça-feira, 26 de junho de 2012

Abraço simbólico CAP UFRJ - SEXTA 9h

Sexta de manhã, antes de ir para a Semana Belmiro de Almeida, um abraço no Cap cedinho pra esquentar: concentração às 8h...

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Noticia do G1 sobre o Namore essa ideia .

Após fim de passeata, professores em greve fazem ato no Centro do Rio

Protesto reúne professores e alunos de universidades em greve na cidade.
Há lentidão da Avenida Presidente Antônio Carlos ao Elevado da Perimetral.



Bernardo Tabak
Do G1 RJ

Professores, funcionários e alunos de universidades federais em greve realizam um ato na tarde desta terça-feira (12), na Praça XV, após o término da passeata iniciada na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro, que deixou o trânsito complicado.  
Ato no Centro marca a greve de professores e funcionários de universidades federais do Rio de Janeiro (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Mesmo após o término da passeata, no entanto, motoristas ainda enfrentavam retenção por volta das 17h da Avenida Presidente Antônio Carlos até o Elevado da Perimetral, no Centro do Rio de Janeiro. As informações são do Centro de Operações do Rio.
Para o professor Mauro Iasi, presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ADUFRJ), há 35 anos na rede pública de ensino, cinco deles na UFRJ, a manifestação foi um sucesso. “É uma bonita mobilização para abrir o diálogo em defesa da educação pública”, ressaltou ele. “A greve, que já conta com a adesão de mais de 50 universidades federais de todo o país, entra em uma fase de consolidação”, explicou ele. No estado do Rio, as quatro universidades federais – UFRJ, UFRRJ, UFF e UniRio – aderiram ao movimento, que começou em 17 de maio.De acordo com a assessoria do 5º BPM (Praça da Harmonia), cerca de mil pessoas participam da manifestação. A assessoria de imprensa da Associação de Docentes da Uerj (ASDUERJ) informou que os manifestantes reivindicam reajustes de salários e melhorias no plano de carreira dos servidores.
Iasi afirmou que os salários dos professores, hoje, estão na 59ª colocações dentro os valores médios pagos nas carreiras federais. “Os professores–adjuntos, que são a maioria da classe, tiveram perdas salariais de 40% nos últimos dez anos”, enfatizou ele, explicando que o piso pago ao docente federal, hoje, está em torno de R$ 1 mil. “Nós queremos o fim das gratificações e o aumento real dos salários, com reposição imediata de 22,08%”, disse. De acordo com a assessoria de imprensa da ADUFRJ, a categoria reivindica um piso salarial de R$ 2.239, que corresponde, segundo a associação, ao salário-mínimo calculado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Os funcionários técnico-administrativos federais entraram em greve em 11 de junho. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SINTUFRJ) divulgou uma carta aberta à população do Rio, afirmando que o governo federal tem tratado a classe com “descaso” em garantir “o mínimo de dignidade para que os servidores cumpram suas funções e tarefas”. O sindicato afirma que a classe recebe os piores salários do serviço público federal no Brasil. Além de melhoria salarial, eles também defendem um ensino público e gratuito e qualidade.

Nesta terça-feira (12), os professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) também entraram em greve. A assessoria de imprensa da Associação de Docentes da Uerj (ASDUERJ) informou que os manifestantes reivindicam reajustes de salários e melhorias no plano de carreira dos servidores.

sábado, 26 de maio de 2012

Colégio de Aplicação deflagra greve em apoio aos docentes

Ontem, 25 de maio, em assembleia com cerca de 200 estudantes, os alunos do Colégio de Aplicação da UFRJ decretaram greve estudantil em apoio à luta dos professores!