terça-feira, 14 de agosto de 2012

CNGE: Informativo 16


Marcha Unificada dia 15/08
A greve geral dos servidores públicos federais já ultrapassou 30 categorias, são 350 mil servidores em greve (conforme dados da Condsef), sendo considerada a maior e mais forte greve do funcionalismo das últimas décadas. Na educação, são em torno de 300 campi de institutos federais e mais de 50 universidades em greve.
O governo federal teve uma postura intransigente e se
 negava a negociar com as/os trabalhadores em greve. Também tentou por diversas maneiras desmobilizar as categorias, através da manipulação midiática, do corte de ponto e da ameaça de processos administrativos aos reitores que não forneçam os nomes dos grevistas. A reação das/os grevistas vem sendo clara: mais radicalização e mais adesão à greve. A pressão gerada pelas lutas, além de avançar na unidade, vem impondo que o governo negocie.
Não houve nenhuma disposição do governo em solucionar a greve, principalmente nas questões que se referem à educação. Apenas apresentou contrapropostas rebaixadas que não dialogam com as demandas das categorias.
Por isso convocamos mais uma vez os estudantes a marcharem a Brasília, em unidade com as demais categorias em greve, no dia 15 de agosto. É hora de colocar o governo contra a parede! A educação está cansada de esperar!

Vitórias conquistadas pela greve
Apesar das dificuldades em avançar nas negociações com o governo federal, a força da greve nacional tem garantido muitas vitórias locais. Algumas das muitas conquistas foram: a disponibilidade de jantar no RU para a UFAM; as/os estudantes de baixa renda da UnB não precisarão mais trabalhar para receber auxílio permanência; e 25% de aumento na bolsa moradia na UFPR. Devemos usar o exemplo dessas universidades e seguir pressionando as reitorias para avançarmos ainda mais nas conquistas locais.

Fura-greves: NÃO PASSARÃO!
Um pequeno grupo de professores da UFRJ vinha se articulando para retomar as aulas hoje no Instituto de Filosofia e Ciências Socias (IFCS). As/Os estudantes, técnicas/os e professores se levantaram e organizaram um piquete, que impediu o boicote à luta por educação de qualidade.
 

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